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Comissão de Fisioterapia do Trabalho do CREFITO-1 realiza treinamento no MTE de Pernambuco

27.10.2017

O CREFITO-1, por meio de sua Comissão de Fisioterapia do Trabalho e Perícia, cujos integrantes são: Dra. Rebeka Borba, Dr. João Luiz Pandolphi, Dra. Anniele Martins, Dr. Geraldo Miranda, Dra. Vannessa Almeida e Dra. Bruna Antonelli, além do palestrante convidado, Dr. Ubiraquitam Maciel, promove durante toda esta sexta-feira (27/10), das 8h às 16h, no Auditório da Superintendência Regional de Pernambuco (MTE), o 1° Treinamento para os Auditores Fiscais do Orgão. A ação,  organizada com o apoio do Dr. Edson Cantarelli, auditor chefe do planejamento de fiscalização do MTE/PE, acontece no Auditório da Superintendência Regional de Pernambuco (MTE). Esta parceria entre Conselho e MTE teve início em fevereiro  deste ano, para contribuir na redução dos acidentes de trabalho e das doenças ocupacionais no Estado.

“A nossa Comissão identificou essa necessidade do MTE por mais informações de aplicabilidade prática para os Auditores Fiscais no exercício de suas funções”, explica Dra. Rebeka Borba. Tratando do tema: ” Aplicação prática da Ergonomia na Fiscalização do ambiente de trabalho”, a capacitação aborda a importância do tema na prevenção do adoecimento dos trabalhadores via conhecimento da biomecânica em situações reais do ambiente de trabalho, além de proporcionar a esses profissionais ferramentas, saberes ergonômicos e biomecânicos que interferem na condição de saúde do trabalhador permitindo um olhar crítico nas diversas situações.

“Quando falamos em Ergonomia, estamos entrando na área da fisioterapia do trabalho e sua busca pela promoção da saúde, prevenção de doenças e reabilitação das pessoas”, explica a Dra. Rebeka Borba. De acordo com ela, a parceria desenvolvida entre o Ministério do Trabalho e Emprego e o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 1° Região deve seguir em 2018, inclusive, sendo estendido para outras regiões do Brasil através da formação de uma Comissão organizada pelas respectivas instituições que envolva diversas entidades. “O trabalho deve ser feito junto com as operações de fiscalização em setores específicos de atividade econômica que apresentam mais casos de adoecimento do trabalhador”, conclui.